No âmbito do Plano da Educação para a Segurança e Prevenção
de Riscos este projeto foi dinamizado pelos Pequenos da Bica, por meio do Plano
de Prevenção e Emergência na escola através da sensibilização acerca do PPE, da
realização de simulacros, entre outras atividades e o desenvolvimento de
conteúdos temáticos na área da segurança, desenvolvidos pelo professor João
Figueira. Os Pequenos da Bica deixam alguns dos muitos registos realizados
neste contexto.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
07:44
Os Pequenos sentem...:)))
O Dia de São Valentim celebrou-se no dia 14 de fevereiro. Como este dia é conhecido como sendo um dos mais românticos do ano, em que há espaço para a comemoração dos sentimentos mais doces, recheados de carinho, amizade e amor, os Pequenos da Bica, manifestaram os seus mais inocentes sentimentos por meio destas atividades aqui divulgadas, trocando também entre eles, cartas e bilhetes com mensagens sentidas e carinhosas.


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
04:24
Estamos a sentir o frio do inverno!!
Manhã de InvernoCoroada de névoas, surge a aurora
Por detrás das montanhas do oriente;
Vê-se um resto de sono e de preguiça,
Nos olhos da fantástica indolente.
Névoas enchem de um lado e de outro os morros
Tristes como sinceras sepulturas,
Essas que têm por simples ornamento
Puras capelas, lágrimas mais puras.
A custo rompe o sol; a custo invade
O espaço todo branco; e a luz brilhante
Fulge através do espesso nevoeiro,
Como através de um véu fulge o diamante.
Vento frio, mas brando, agita as folhas
Das laranjeiras úmidas da chuva;
Erma de flores, curva a planta o colo,
E o chão recebe o pranto da viúva.
Gelo não cobre o dorso das montanhas,
Nem enche as folhas trêmulas a neve;
Galhardo moço, o inverno deste clima
Na verde palma a sua história escreve.
Pouco a pouco, dissipam-se no espaço
As névoas da manhã; já pelos montes
Vão subindo as que encheram todo o vale;
Já se vão descobrindo os horizontes.
Sobe de todo o pano; eis aparece
Da natureza o esplêndido cenário;
Tudo ali preparou co’os sábios olhos
A suprema ciência do empresário.
Canta a orquestra dos pássaros no mato
A sinfonia alpestre, — a voz serena
Acordo os ecos tímidos do vale;
E a divina comédia invade a cena.
Machado de Assis, in 'Falenas'
Por detrás das montanhas do oriente;
Vê-se um resto de sono e de preguiça,
Nos olhos da fantástica indolente.
Névoas enchem de um lado e de outro os morros
Tristes como sinceras sepulturas,
Essas que têm por simples ornamento
Puras capelas, lágrimas mais puras.
A custo rompe o sol; a custo invade
O espaço todo branco; e a luz brilhante
Fulge através do espesso nevoeiro,
Como através de um véu fulge o diamante.
Vento frio, mas brando, agita as folhas
Das laranjeiras úmidas da chuva;
Erma de flores, curva a planta o colo,
E o chão recebe o pranto da viúva.
Gelo não cobre o dorso das montanhas,
Nem enche as folhas trêmulas a neve;
Galhardo moço, o inverno deste clima
Na verde palma a sua história escreve.
Pouco a pouco, dissipam-se no espaço
As névoas da manhã; já pelos montes
Vão subindo as que encheram todo o vale;
Já se vão descobrindo os horizontes.
Sobe de todo o pano; eis aparece
Da natureza o esplêndido cenário;
Tudo ali preparou co’os sábios olhos
A suprema ciência do empresário.
Canta a orquestra dos pássaros no mato
A sinfonia alpestre, — a voz serena
Acordo os ecos tímidos do vale;
E a divina comédia invade a cena.
Machado de Assis, in 'Falenas'
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
13:41
Feliz Natal :D
<Ainda que se percam outras coisas ao longo dos anos, mantenhamos o Natal como algo brilhante.…. Regressemos à nossa fé infantil.>




